7 dicas: Como Prevenir a Displasia Coxofemoral Canina

Nesse artigo vamos te dar 7 dicas valiosas de como prevenir a displasia coxofemoral canina, doença muito comum que afeta principalmente cães de médio e grande porte que pode ter um tratamento bastante complicado.





Como a Displasia Coxofemoral é causada


A Displasia Coxofemoral ou Displasia no Quadril pode ser desenvolvida de forma congênita (predisposição genética) ou de forma adquirida.


Em relação a genética, é difícil falar sobre prevenção, pois isso parte dos criadores, que devem ter a responsabilidade de fazer exames em suas linhagens e não cruzar animais com a doença.


Por isso, é importante, antes de adquirir um filhote, pedir aos criadores os exames que mostram o histórico dos pais e avós em relação a doença.


Já para a forma adquirida, as causas mais comuns estão relacionadas ao ambiente em que o cão vive e faz atividades físicas, por isso, é mais fácil de ser prevenida e vamos te dar algumas dicas sobre isso.





Como Prevenir a Displasia Coxofemoral Canina


1. Evite Pisos Escorregadios


Essa é uma das causas mais comuns para essa doença hoje em dia. Pisos escorregadios induzem o cão a fazer muito esforço nas articulações para se equilibrar em tarefas simples, como se manter em pé ou se levantar.


Se você tem pisos escorregadios em casa o melhor a se fazer é evitar que seu cão corra, pule ou faça atividades neles. Porém, se isso não for possível, você pode comprar esteiras ou tapetes de eva para colocar no local, que dão uma ótima estabilidade.


Algumas pessoas gostam de utilizar sapatos antideslizantes, que apesar de resolverem a questão do piso, muitos cães não gostam.


Além disso, as almofadas das patinhas são um dos lugares por onde o cão transpira, cobrir estes lugares por muito tempo pode causar mal-estar no cachorro.


Se for usar sapatos antideslizantes no seu cão, faça uma dessensibilização para acostumá-lo e não deixe por muito tempo.




2. Atividades Aquáticas


A natação é uma ótima alternativa para brincar e gastar a energia do seu melhor amigo sem prejudicar as articulações dele, pois é uma atividade de menor impacto nessas regiões.


Atividades aquáticas também fortalecem a musculatura e melhoram a sustentação do quadril, o que ajuda na prevenção, podendo ajudar até mesmo no tratamento (quando indicado pelo veterinário).




3. Evite Descidas e Subidas em excesso


Subidas e descidas de lugares muito altos causam um grande impacto nas articulações.


Até mesmo subir e descer a cama do dono excessivamente pode ser prejudicial. Uma boa forma de deixar o cachorro fazer isso sem prejudicar as articulações é colocar uma mini rampa que não escorregue do lado da cama e ensiná-lo a subir por ali.




4. Evite a Obesidade


A obesidade gera um estresse nas articulações que pode ter como consequência uma pré-existência da doença, podendo causá-la.


Para evitar a obesidade, é importante promover exercícios físicos diários para o seu cão (sem exageros) e oferecer uma alimentação de qualidade e de acordo com a quantidade indicada pela tabela do saco da ração ou pelo veterinário.



5. Trimming nas Patinhas


Em cães mais peludos, as almofadas das patinhas acabam ficando cobertas por pelos, o que acaba fazendo com que o cachorro escorregue mais.


Por isso, é uma boa ideia cortar os pelos das patinhas até que as almofadas fiquem livres da interferência de pelos.


Isso deve ser feito com muito cuidado e, de preferência, com uma maquininha, que tem menos chance de machucar o cão do que uma tesoura. Apare somente o necessário, como na foto acima.




6. Não Utilize Suplementos sem Indicação Veterinária


Muitas pessoas acabam dando suplementos para seus cães achando que isso pode melhorar a saúde das articulações deles.


A verdade é que muitos suplementos podem acabar prejudicando o seu cão quando utilizados de forma incorreta. Por isso, só utilize esses medicamentos quando indicados pelo veterinário.




7. Faça Exames


É muito importante levar o seu cão para fazer exames com certa frenquência, principalmente se ele for de médio ou grande porte. Quanto antes for diagnosticada a displasia, mais simples é o tratamento.




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